terça-feira, 4 de setembro de 2012

Essa imagem é de um rio que transborda somente quando chove muito. Lá cheguei a presenciar uma bela paisagem quando criança com árvores enormes, um clima agradável com um sobreamento fechado onde nós costumávamos brincar, mas foi destruído para fazer plantação de milho e feijão e atualmente só restam algumas árvores como algaroba e ficou assim:

 
Fotos do Sítio Caraíbas – Caridade do Piauí a 13 km de Simões – PI

Primeiramente devemos favorecer a preservação ambiental.
Para recuperação da mata, como é um que local vulnerável como beira de rio, precisamos fazer um estudo para restaurar, recuperar e reabilitar a área.
Ex:
v  Plantio misto de espécies nativas para regeneração da vegetação original, de acordo com as normas do Código Florestal.
v  Levar em conta o conceito de recuperação que está associado à ideia de que o local alterado deverá ter qualidades próximas às anteriores, devolvendo o equilíbrio dos processos ambientais.
v  Reabilitação planejada de modo a não causar impactos negativos no ambiente.
Outro fator a ser levado em conta, são as raízes das plantas. Muitas delas atingem o lençol freático, portanto as espécies escolhidas devem se desenvolver bem nessas situações. Algumas plantas têm rápido crescimento, germinam e se desenvolvem a sol pleno, produzem rapidamente muitas sementes, em geral, com dormência e são dispersas principalmente por animais. As árvores com essas características estão no grupo das pioneiras, pois têm grande capacidade de adaptação em áreas degradadas. Segundo o manual de reflorestamento da Fundação Florestal. Então a escolha das espécies é de fundamental importância.


Elaborado por Kerlyany Tecla de Carvalho

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